1887

oa African Journal of Governance and Development - Prospects for creating global justice consensually : suggestions from models of indigenous African governance

Volume 2, Issue 1
  • ISSN : 2218-5615
  • E-ISSN: 2616-9045

 

Abstract

Echoing Hobbes' seventeenth century classic liberal scepticism about global justice, recently articulated for the twenty-first century by Thomas Nagel, the political philosopher A.G.A. Bello once remarked that "[a] world government, of whatever form, must ... remain a dream or an ideal" and for that reason he regarded the idea of global justice a fanciful chimera. This essay is a non-empirical consideration of how to sustain as a working ideal the notion of economic justice as negotiable in the global arena. The essay explores deductively the normative tenability of creating a forum to develop global justice consensually, as the outcome of deliberation and compromise through cultural diversity. This is a concept paper to apply globally the lessons carried within post-colonial efforts at democratic governance indigenous to West African (e.g. pre-colonial Ghana) traditions of peacekeeping diplomacy and effective stewardship.


In contrast, the current framework of international human rights and justice presupposed in the global arena is structured and sustained by the same neo-liberal logic of self-interest that justifies the covert authority of an elite minority wholly occupied with mega-capital accumulation.
It is argued here that an African presence is essential in forming any agency to express the contemporary effort of developing distributive and retributive principles of global justice. The reasons provided here not only are historical, practical, and circumstantial, but also conceptual. I will try to show that a chief obstacle to realising universal norms of good governance is that the political culture dominating the global arena just cannot grasp the basics.

Ecoando no século XVII o clássico cepticismo de Hobbes sobre "a justiça social liberal global", recentemente articulada para o século XXI por Thomas Nagel, o filósofo e político AGA Bello observou certa vez que "[a] o governo mundial, de qualquer forma, deve ... "Ser um sonho ou um ideal" e por essa razão ele considerava a ideia de justiça global uma quimera fantasiosa. Este ensaio é uma consideração não-empírica de como se sustentar, como um ideal de trabalho e a noção de justiça econômica, podem ser negociáveis na arena global.


O ensaio explora de forma dedutiva e tenaz a criação de um fórum para desenvolver a justiça global, consensualmente, como resultado de deliberação e compromisso com a diversidade cultural. Este é um documento de conceito para aplicar globalmente as lições realizadas no ämbito dos esforços pós-coloniais na governação democrática indígena Oeste Africano (por exemplo, Gana pré-colonial) tradições da diplomacia e gestão eficaz de manutenção da paz.
Em contraste, o actual quadro de normas internacionais de direitos humanos e justiça pressupostas na arena global está estruturada e sustentada pela mesma lógica neoliberal de auto interesses que justificam a autoridade secreta de uma elite minoritária totalmente ocupado com a acumulação de mega-capital.
Argumenta-se aqui que uma presença Africana é essencial na formação de qualquer órgão para expressar o esforço contemporäneo de desenvolvimento de princípios distributivos e retributivos da justiça global. Os motivos apresentados aqui não são apenas históricos, prático e circunstancial, mas também conceptual. Vou tentar mostrar que o principal obstáculo à realização de normas universais de boa governação é que a cultura política que domina a arena global simplesmente não consegue entender o básico.

Loading full text...

Full text loading...

Loading

Article metrics loading...

/content/ajgd/2/1/EJC195201
2013-06-01
2019-09-15

This is a required field
Please enter a valid email address
Approval was a Success
Invalid data
An Error Occurred
Approval was partially successful, following selected items could not be processed due to error