1887

oa African Journal of Governance and Development - The African Union and the conflict in Mali : extra-regional influence and the limitations of a regional actor

Volume 3, Issue 1
  • ISSN : 2218-5615
  • E-ISSN: 2616-9045

 

Abstract

The role of regional and sub-regional organisations cannot be over stressed in conflict resolution, especially in their sphere of influence. The African Union and ECOWAS played prominent roles in places like Burundi, Darfur, Chad, Somalia and Liberia, otherwise the story of the conflicts in these countries would have been different today. It is also well-known that the success achieved in these interventions would not have been forthcoming if the US, EU and EU countries and the United Nations had not given their preponderant support to these regional and sub-regional organisations. In other words, the cooperative, collaborative and supportive understanding between these extra-African bodies and the regional and sub-regional organisations has recorded more success than a unilateral intervention. The support given to ECOWAS in Liberia led to a successful resolution of that country's war and the AU-UN hybrid operations in Darfur are yielding some kind of modest success. Analysts have posited that at present, there is no substitute for coherent, coordinated intervention by global power and that apart from being wasteful and expensive, unilateral intervention can be controversial internationally on the ground of legality and legitimacy, especially where the UN has not given its approval. This article submits that such cooperation should have been applied to the resolution of Mali's conflict. Africa, even though it lacks the required expertise, logistics, diplomatic and financial muscles to singularly mount a successful intervention without support from outside Africa, the experience of Liberia and Burundi should have been improved upon and explored in managing the conflict in Mali. This article argues that by failing to timely intervene until the troops of African-led International Support Mission in Mali (AFISMA) were almost overrun, France is accused of stealing the show. Moreover, the same resources used by France could have been more effectively utilised if made available to Africa. In this case, cooperation not for this mission alone, but future missions, could have been achieved, thereby institutionalising confidence-building measures.

O papel das organizações regionais e sub-regionais não pode ser mais ignorado na resolução de conflitos, especialmente em sua esfera de influência. A União Africano e a CEDEAO desempenharam papéis de destaqueem lugares como o Burundi, Darfur, Chade, Somália e Libéria, caso contrário, a história dos conflitos nesses países teria sido diferente nos dias de hoje. é também reconhecido igualmente que o sucesso alcançadonessas intervenções não teria sido possível se países tais como os EUA a UE e outras nações membros dasNações Unidas não tivessem dado o seu apoio preponderante para estas organizações de níveis regional e sub-regional. Por outras palavras, a cooperação, colaboração e solidariedade entre esses órgãos extra-africanos com as organizações regionais e sub-regionais africanas já granjeou mais sucessos do que uma intervenção unilateral. O apoio dado à CEDEAO na Libéria levou a uma resolução bem sucedida do conflitonaquele país e as operações híbrida UA-ONU em Darfur estão rendendo algum tipo de sucesso modesto. Analistas têm postulado que, neste momento, não há nenhum substituto parauma intervenção coordenada coerente a nível do poder global e que para além poder vir a ser um desperdício e caro, uma intervenção unilateral poderia ser controversa internacionalmente quanto a sua legalidade e legitimidade, especialmente sem a aprovação da ONU. Este artigo sustenta que tal cooperação deveria ter sido aplicada para a resolução do conflito de Mali. áfrica, apesar de não ter a experiência necessária na esfera logística assim como músculos diplomáticos e financeiros para montar sozinho uma intervenção bem sucedida sem o apoio de fora d continente, a experiência da Libéria e Burundi deveria ter sido melhorada e explorada na gestão do conflito no Mali. Este artigo argumenta que, ao não intervir em tempo útil até que as tropas do continente Africano, designadas de (AFISMA) Suporte Internacional da Missão no Mali, foram quase ofuscadas pelas forcas francesas que foram acusadas de roubar o protagonismo dos africanos. Para além disso, os mesmos recursos utilizados pela França poderiam ter sido mais eficazmente utilizados se colocado à disposição da missão africana. Neste caso, a cooperação não apenas para esta missão sozinha, mas também para as missões futuras, poderia ter sido alcançada, institucionalizando se assim, medidas de confiança.

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/content/ajgd/3/1/EJC192261
2014-06-01
2019-10-14

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