1887

oa African Journal of Governance and Development - Look East or look least? The Zimbabwean experience of Chinese economic investment in selected texts and examples

Volume 3, Issue 2
  • ISSN : 2218-5615
  • E-ISSN: 2616-9045

 

Abstract

Imaginative writers capture the vicissitudes, vagaries, failures and successes of the society in which they are produced faster than historians do. A great deal of fictional works have been produced that analyse the causes, manifestations and effects of the Zimbabwean crisis on their politics. One side effect of the crisis that some artists have grappled with is the 'Look East Policy' promulgated by Robert Mugabe in 2005. This was a policy shift necessitated by the break down in relations between Zimbabwe and most of the Western countries because of deficits in governance, human rights democracy and the inauguration of the politics of coercion. Due to the fact that the policy was foisted on Zimbabwe by circumstances that leadership did not foresee, it was replete with abuses of labour laws, extraction of mineral resources, and the flooding of cheap goods to the detriment of local industries and its people. In this research paper, we argue that though there could have been positive spinoffs to the policy, writers who have so far analysed this policy see it as skewed in the sense that China seems to be benefiting more than Zimbabwe is. We argue that friendship with China is a form of latter day colonialism and was motivated less by national interests than by the fact that Zimbabwe found herself in a cul de sac. To the extent that Zimbabwe was forced to look in one direction for political and economic succour, she was forced to look least among the community of nations that used to respect her. This is why there is talk in the country about engaging the West again. The research limits itself to the analysis of fictional works, which are still few, that narrativise the reality of Chinese investment in Zimbabwe. We use No Violet Bulawayo's We Need new Names, Gappah's An Elegy for Easterly, Eppel's White Man Crawling and his poem 'Ghostly Galleon'. We conclude that modern-day foreign policy is never to look south, east, west or north, but realise that there are no permanent friends anywhere, only interests. We argue that looking to China as the only giant international friend for Zimbabwe has economically diminished the country's options and this has become an albatross around its neck. There is a need to revisit the so-called policy so that it is in the national interest.

Escritores imaginativos captam as vicissitudes, caprichos, fracassos e sucessos da sociedade onde eles são produzidos mais rápido do que os historiadores o têm feito. Uma grande quantidade de obras de ficção que foram produzidas faz análises das causas, acções e efeitos da crise do Zimbabwe em suas políticas. Um efeito colateral da crise que alguns autores têm se confrontado com ele é "Look East Policy," promulgado por Robert Mugabe em 2005. Esta foi uma mudança de política necessária em virtude da quebra nas relações entre o Zimbabwe e a maioria dos países ocidentais por causa de problemas de governação, democracia e direitos humanos, e a introdução da política de coerção. Contudo, a liderança não previa as consequências que esta política teria no que diz respeito aos benefícios reais do país. Como resultado disso, a leis laborais não são respeitadas, o regulamento de extracção mineira é violado e a entrada contínua de produtos baratos de proveniência chinesa afectam a competitividade das indústrias locais e o povo recente directamente o impacto. O argumento que se levanta neste artigo é de que a amizade com a China é uma forma de colonialismo nos últimos dias e foi motivada menos por interesses nacionais e, mas mais pelo facto de que o Zimbabwe se viu num beco sem saída. Na medida em que o Zimbabwe foi forçado a olhar para uma direcção em busca de socorro político e económico; ele foi forçado a olhar menos entre a comunidade das nações que costumavam respeitá-lo. é por isso que se fala no país sobre o reatamento das relações com Ocidente. Este estudo se limita em análise de obras de ficção, que ainda são poucas, narrando a realidade do investimento chinês no Zimbabwe. Assim, usamos Bulawayo Não Violeto, precisamos de novos nomes, "Gappah's An Elegy for Easterly, Eppel's White man Crawling" e o seu poema "Ghostly Galleon". Concluímos que a política externa dos dias modernos é de não olhar para o Sul, Oriente, Ocidente ou Norte, mas para todos os lados vendo que não há amigos permanentes, mas interesses permanentes. Argumentamos que olhar para a China como o único amigo gigante internacional para o Zimbabwe tem diminuído opções económicas do país e este tornou-se um albatroz em volta do pescoço. Há necessidade de rever essa política de modo a se enquadrar nos interesses nacionais.

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/content/ajgd/3/2/EJC191654
2014-12-01
2019-10-21

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